Um projeto de pesquisa, registro, difusão e valorização do patrimônio cultural do Estado do Amazonas, com ênfase em bens acautelados pelo IPHAN, manifestações culturais regionais e expressões artísticas que estruturam a identidade amazônica.
Caminhos Norte
Patrimônio Cultural (Material e Imaterial)
Pesquisa, Difusão Cultural, Educação Patrimonial, Produção Editorial e Digital (site interativo, livro de arte, cartilhas educativas e acervo multimídia)
Manaus (sede técnica), com abrangência estadual nos municípios do Amazonas, especialmente Parintins, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Autazes, Presidente Figueiredo, Iranduba e outros do Médio Amazonas e Rio Negro.
Amazonas – AM
Outubro de 2025 a Junho de 2026
R$ 120.000,00
R$ 80.000,00
Eloína Costa Xavier
Manaus
Amazonas – AM
(92) 98400-0530
eloxavier@faroldonorte.com
Pesquisadora cultural, com experiência em estudos de patrimônio imaterial, registros de manifestações culturais amazônicas e coordenação de projetos de difusão cultural.
O projeto Caminhos Norte é uma iniciativa de pesquisa, registro, difusão e valorização do patrimônio cultural do Estado do Amazonas, com ênfase em bens acautelados pelo IPHAN, manifestações culturais regionais e expressões artísticas que estruturam a identidade amazônica.
A proposta contempla a criação de uma plataforma digital interativa (caminhosnorte.com.br), que permanecerá disponível por pelo menos quatro anos, organizada por municípios, reunindo fotografias, vídeos, depoimentos, registros sonoros, curiosidades e referências a obras já produzidas em cada localidade.
Além da plataforma, o projeto prevê a produção de cartilhas educativas em formato digital e impresso, voltadas à educação patrimonial, e a publicação de um Livro de Arte, resultado da curadoria de imagens realizada pelos pesquisadores Célio Said, Leandro Xavier e Cleber Maia. Este livro reunirá fotografias, textos interpretativos e ensaios visuais sobre o Amazonas, buscando aliar estética, memória e inovação tecnológica, por meio da integração com recursos de realidade aumentada.
A solicitação de patrocínio se justifica pela amplitude da pesquisa, que já conta com um acervo inicial robusto — mais de 50 mil fotografias e 10 mil vídeos coletados em pelo menos 17 municípios amazonenses —, e pela necessidade de garantir condições técnicas, logísticas e institucionais para a expansão do levantamento de campo, a sistematização dos dados e a difusão pública dos resultados. Trata-se de uma proposta de caráter estratégico para a preservação da memória, a educação patrimonial e o fortalecimento da identidade cultural amazônica.
Realizar uma ampla pesquisa, registro, sistematização e difusão do patrimônio cultural material e imaterial do Estado do Amazonas, por meio da criação de um portal digital interativo (caminhosnorte.com.br), da produção de cartilhas educativas e da publicação de um Livro de Arte com curadoria fotográfica, assegurando a preservação da memória, o fortalecimento da identidade cultural e a democratização do acesso ao conhecimento.
Manifestações culturais, bens acautelados, práticas tradicionais, expressões artísticas e patrimônios naturais em, no mínimo, 17 municípios do Amazonas, abrangendo o Médio Amazonas e o Alto Rio Negro.
Acervo digital com mais de 50 mil fotografias e 10 mil vídeos, além de entrevistas, registros sonoros e materiais interativos, organizado por município e por bem cultural.
Cartilhas de educação patrimonial, em formatos acessíveis (digital e impresso), para serem distribuídas em escolas, bibliotecas e instituições culturais.
Com ensaios visuais e narrativos curados por Célio Said, Leandro Xavier e Cleber Maia, integrando fotografia, texto e recursos de realidade aumentada.
Em educação patrimonial, envolvendo estudantes, educadores, mestres da cultura e lideranças comunitárias.
Ao conteúdo, com recursos como audiodescrição, legendagem de vídeos e intérprete de Libras em atividades presenciais e digitais.
Por meio de estratégias de comunicação que envolvem redes sociais, mídia local e parcerias institucionais, assegurando alcance estadual e nacional.
De outubro de 2025 a junho de 2026, com sede técnica em Manaus e atividades de pesquisa, registro e difusão nos municípios do Amazonas, especialmente Parintins, Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Autazes, Presidente Figueiredo, Iranduba e demais cidades envolvidas no escopo do projeto.
A proposta do Caminhos Norte insere-se no campo das pesquisas sobre memória, patrimônio cultural e salvaguarda, com foco na sistematização e difusão do acervo cultural do Amazonas. Parte-se do diagnóstico, recorrente na literatura do patrimônio (UNESCO, 2003; Smith, 2006), de que a ausência de repositórios estruturados e acessíveis fragiliza a preservação dos saberes tradicionais e dificulta o acesso democrático ao conhecimento, especialmente em contextos amazônicos de grande extensão territorial e desigualdade de infraestrutura informacional.
Junto com a equipe, a proponente Eloína (Elô) Xavier já sistematizou e organizou, por municípios, um acervo de mais de 50 mil fotografias e mais de 10 mil vídeos, produzidos ao longo de uma trajetória contínua de trabalhos de campo e projetos culturais realizados em pelo menos 17 municípios do Amazonas. Este corpus audiovisual robusto e previamente catalogado constitui a primeira camada empírica da pesquisa, servindo de base para análises comparativas, curadoria acadêmico-artística e cruzamentos com fontes externas.
Compromete-se, ademais, com a disponibilização pública do acervo por meio do portal caminhosnorte.com.br (permanência mínima de 4 anos), visando pesquisa, formação docente, educação patrimonial e uso escolar, com organização por município e por bem cultural, metadados (localidade, data, autor, descrição) e recursos de acessibilidade.
Diversificado e indexado.
Pesquisa, jornalismo, cinema, fotografia, curadoria, produção cultural.
Com mestres da cultura, lideranças, associações e prefeituras.
Entre os quais Complexo Cultural do Boi-Bumbá do Médio Amazonas e Parintins, Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, Mestres e Rodas de Capoeira do Amazonas, Ofício de Parteiras e Cachoeira de Iauaretê.
O projeto integra pesquisa empírica, curadoria acadêmico-artística e tecnologias digitais (Parry, 2010; Cameron & Kenderdine, 2007) para:
Interativo organizado por municípios e bens culturais
Em educação patrimonial (versões digital e impressa)
200 págs., capa dura, com curadoria de Célio Said, Leandro Xavier e Cleber Maia, articulando ensaios visuais e textos interpretativos, com realidade aumentada para ampliar fruição e mediação cultural
Em consonância com abordagens participativas (Crooke, 2008; Kwon, 2004), prevê-se oficinas, rodas de conversa e palestras em escolas e comunidades (indígenas, ribeirinhas, quilombolas), além de intérprete de Libras, audiodescrição e legendas em materiais audiovisuais, assegurando acessibilidade a PCDs, idosos e públicos em vulnerabilidade social.
O projeto adota perspectiva intercultural e decolonial (hooks, 1990; Smith, 2012), garantindo centralidade a vozes indígenas, afro-amazônicas, mulheres, juventudes e pessoas LGBTQIA+ nos processos de coleta, curadoria e difusão, fortalecendo uma ecologia de saberes que evita hierarquizações excludentes.
Adotarei um desenho misto, qualitativo-quantitativo, com base em etnografia aplicada, história oral, humanidades digitais e curadoria de acervos, orientado pelas diretrizes de salvaguarda do patrimônio cultural (Convenção 2003/UNESCO) e pelo marco brasileiro do Registro de Bens de Natureza Imaterial (Decreto nº 3.551/2000/IPHAN). Essas referências ancoram os recortes sobre os bens acautelados (ex.: Complexo cultural do boi-bumbá, Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, Mestres e Rodas de Capoeira, Ofício de Parteiras, Cachoeira de Iauaretê), bem como as práticas de salvaguarda, documentação e difusão.
O universo abrange os 62 municípios do Amazonas.
A amostragem será intencional e estratificada por bacias e eixos culturais (Médio Amazonas/Parintins; Rio Negro — Baixo, Médio e Alto; Solimões/Juruá/Purus; Madeira).
Com foco prioritário inicial nos municípios onde já possuo acervo próprio (17 municípios) e nos territórios diretamente relacionados aos bens acautelados (p. ex., Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira para o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro).
Cada município terá um dossiê local reunindo acervo, bibliografia e indicadores socioculturais.
Ponto de partida com >50.000 fotografias e >10.000 vídeos já sistematizados por município, a serem auditados, revisados e enriquecidos com metadados.
Observação participante, entrevistas semiestruturadas e história oral com mestres, guardiões de saber, artistas, gestores e pesquisadores (mínimo 240 entrevistas: ~4 por município, com sobre-amostragem nos polos dos bens acautelados). Procedimentos seguem boas práticas da Oral History Association (consentimento, registro, preservação e acesso).
Varredura de repositórios (UFAM, UEA, Oásisbr), bibliotecas e bases científicas SciELO e LILACS (para temas de saúde e parteiras, p.ex.), além de hemerotecas e coleções audiovisuais. A busca seguirá estratégias replicáveis (strings de consulta, planilha de rastros e DOI/URL).
Todas as atividades com pessoas seguirão a Resolução CNS nº 510/2016 (Ciências Humanas e Sociais) e a LGPD (Lei 13.709/2018). Utilizarei termos de consentimento claros (incluindo uso e reuso de dados, imagem e voz), proteção de dados sensíveis e opções de anonimização quando solicitado. Para dados de povos e comunidades tradicionais, observarei os Princípios CARE para Governança de Dados Indígenas e articularei TK/BC Labels (Local Contexts) quando pertinente, alinhando protocolos culturais de acesso e uso.
Aplicarei padrões FAIR (encontrável, acessível, interoperável, reutilizável) e Dublin Core (element set 1.1) para descrição, com extensões IPTC/EXIF em imagens e campos específicos para bens acautelados (território, prática, grupo social). A preservação seguirá o modelo OAIS (ISO 14721), com política de backup 3-2-1, verificação de integridade e checksums.
O portal caminhosnorte.com.br será desenvolvido sobre WordPress + Tainacan (repositório e busca facetada).
com módulos de exposições em Omeka S.
Para coleções com protocolos específicos de acesso, instância setorial em Mukurtu CMS (rotulagem cultural e controles de permissão). Integrarei TK/BC Labels nas páginas de item quando aplicável.
Cópia forense do acervo (WORM), checagem de integridade.
Transcodificação sem perdas visuais/auditivas; padronização de nomes e datas.
Aplicação de Dublin Core + campos controlados, taxonomias por município, bem acautelado e tipo de manifestação.
Mapeamento de locais (aldeias, comunidades, sítios rituais/festivos) via QGIS para visualizações interativas.
Auditoria por dupla revisão e checagem comunitária (member-checking).
Páginas municipais com linhas do tempo, mapas, galerias e playlists temáticas.
Pacotes AIP/SIP, logs e checksums, política de migração de formatos.
As entrevistas serão transcritas e codificadas em NVivo/ATLAS.ti (ou equivalente), combinando códigos dedutivos (matriz de bens, categorias UNESCO/IPHAN) e indutivos (emergentes). Relatarei acordo intercodificador (percentual e/ou estatísticas como kappa/α de Krippendorff quando apropriado), mantendo trilhas de auditoria e reconciliação de códigos.
O Livro de Arte (curadoria de Célio Said, Leandro Xavier e Cleber Maia) terá QR codes e marcadores visuais para experiências de Realidade Aumentada. Para garantir amplo acesso, adotarei Artivive e EyeJack (apps disponíveis em iOS/Android e soluções WebAR). Observarei que o Adobe Aero tem descontinuação anunciada em 6/11/2025; portanto, não o utilizarei como dependência central.
Instalarei um Comitê Consultivo (representantes de mestres, associações, secretarias municipais, pesquisadores e proponentes) para:
Realizarei oficinas públicas (mín. 3, presenciais e online), rodas de conversa e sessões de validação nos municípios-chave, com registro em ata, termos de consentimento e retorno dos resultados.
Mínimo de itens publicados (fotos, vídeos, documentos) ao final do projeto; 1.500–2.500 itens/município nos 62 municípios, priorizando os 17 com acervo próprio no primeiro ciclo.
Entrevistas transcritas e indexadas; ≥62 perfis de mestres/mestras (1/município).
62 mapas municipais e 6 mapas temáticos regionais.
Oficinas e formações em história oral, metadados, direitos e LGPD, RA, uso escolar.
Tempo de resposta < 2s em páginas de coleção, busca facetada com filtros por município, bem e tipo de acervo.
Due diligence, contratos de cessão/licenças, LGPD para dados pessoais; uso de TK/BC Labels quando houver protocolos culturais.
Versões de página com carregamento progressivo e espelhamento CDN.
Política de preservação OAIS, backups multi-nuvem e plano de manutenção editorial contínua.
Gerarei relatórios municipais padronizados.
Dossiês temáticos de bens acautelados.
Conjuntos de dados abertos (quando permitido) com metadados Dublin Core.
Visualizações interativas (mapas/QGIS e narrativas digitais/Omeka S).
Cada entrega será acompanhada de notas metodológicas e de citabilidade (DOI/URL).
Docentes da educação básica e superior, licenciaturas em História/Geografia/Artes, programas de pós-graduação em Antropologia, Comunicação, Museologia, Patrimônio, além de estudantes (fundamental, médio e universitário) que utilizarão o portal e as publicações como base empírico-documental.
Mestres e mestras de saberes, povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas, grupos de capoeira, coletivos artísticos, associações culturais e escolas de samba — beneficiários diretos nas oficinas e validações comunitárias.
Secretarias de Cultura e Educação, conselhos, museus, arquivos, bibliotecas e professores articuladores de educação patrimonial.
Juventudes, idosos e PCDs (com medidas de acessibilidade), pesquisadores independentes, jornalistas culturais e público interessado na cultura amazônica.
Alcance estimado (primeiro ciclo): ≥ 30 ações formativas (oficinas/rodas/palestras), ≥ 900 participantes diretos (média 30 por ação), acesso online contínuo ao portal por 4 anos.
CMS com repositório (WordPress + Tainacan) e módulos expositivos (Omeka S); busca facetada por município, bem acautelado, tipo de acervo.
> 50.000 fotografias e > 10.000 vídeos já sistematizados por município + novos registros (entrevistas, depoimentos, áudios).
Padrão Dublin Core + taxonomias controladas (local, povo/comunidade, prática cultural, data, autoria, direitos).
Libras, legendagem, audiodescrição e contraste de alto padrão nas páginas.
SSL, CDN, política de backup 3-2-1, checagem de integridade, monitoramento de uptime (meta ≥ 99%).
Itens autorais em CC BY-NC-SA; respeito a protocolos comunitários e consentimento informado.
3 títulos (digital + impresso).
500 exemplares por título (distribuição gratuita a escolas, bibliotecas e órgãos culturais).
(i) Bens acautelados do Amazonas; (ii) Metodologias de história oral e salvaguarda; (iii) Uso pedagógico do portal.
versão em PDF acessível (tagueado), QR codes para mídias do portal.
Curadoria: Célio Said, Leandro Xavier e Cleber Maia.
Formato: 21 × 28 cm, capa dura, 200 páginas, papel couché premium.
Recursos digitais: realidade aumentada (ex.: Artivive/EyeJack) acionada por marcadores nas imagens para abrir vídeos/depoimentos.
Tiragem: 200 exemplares impressos + versão digital para acesso público; distribuição institucional gratuita.
Mínimo 30 atividades (oficinas/rodas/palestras) em municípios-chave;
certificados de participação;
atas de validação comunitária para dossiês municipais.
Eloína (Elô) Costa Xavier — concepção, desenho metodológico, coordenação científica, curadoria de acervo e relações institucionais.
Therezinha Vilas Boas.
Cleber Costa Maia — (texto e iconografia).
Leandro Costa Xavier — (campo e audiovisual).
Célio Said — (acervo fotográfico).
Adilson Maia Rosa — (ética, educação e mediação).
David Assayag — (memória musical e oralidade).
Juliana S. C. Coutinho
Francisco das Chagas D. Pereira
Kétura Corrêa Esmeraldo (povo Mura)
Jeorllandeson M. da Silva (Boi-Bumbá Mineirinho de Autazes)
Luiz Alberto Pacheco de Oliveira
Eduardo Pacheco de Oliveira (Escola de Samba Aparecida)
João Alves de Almeida Segundo (Escola de Samba Presidente Vargas)
Produção Executiva: Farol do Norte Produções.
Desenvolvimento/Dados (portal): equipe técnica dedicada (dev front/back + gestão de dados).
Acessibilidade: intérprete de Libras, consultoria em audiodescrição/legendagem.
Pesquisadora principal e Produtora Executiva: desenho metodológico e de roteiro; trabalho de campo e história oral em comunidades do Rio Negro; análise etnográfica e iconográfica.
Pesquisadora e Produtora Executiva: curadoria e mediação de linguagem audiovisual imersiva; pesquisa de públicos e recepção estética; registro e sistematização de dados de fruição cultural.
Pesquisadora de conteúdo e Produtora Executiva: mapeamento de repertórios afro-amazônicos; entrevistas; documentação de práticas culturais; articulação comunitária e validação.
Pesquisadora associada e Produtora Executiva: levantamento e sistematização de dados culturais; coordenação de redes locais; produção de relatórios técnicos.
Pesquisadora e Produtora Executiva: estudo sobre fé, identidade e carnaval; entrevistas, registros etnográficos e análise audiovisual; organização de acervo.
Pesquisadora e Produtora Executiva: pesquisa socioambiental e cultural; coleta de depoimentos; sistematização de memória ribeirinha.
Pesquisadora e Produtora Executiva: produção audiovisual integral e plano de divulgação da festividade; levantamento histórico-cultural; registro e curadoria de acervo municipal.
Pesquisadora e Produtora Executiva: concepção pedagógica; documentação de práticas musicais tradicionais; avaliação formativa dos participantes.
Pesquisadora e Produtora Executiva: desenho metodológico de artes cênicas aplicadas; registro de processos criativos e impactos psicossociais; sistematização para uso educacional.
Pesquisadora e Produtora Executiva: projeto de educação para o trânsito com recorte sociocultural infantil; design de materiais didáticos; avaliação de aprendizagem.
Pesquisadora e Assistente de Câmera: coleta de narrativas orais com mestres da tradição; sistematização de mitos; leitura cultural e indexação para reuso educacional.
Pesquisadora e Produtora Executiva: metodologia pedagógica para audiovisual com celular; formação de jovens ribeirinhos; documentação e indicadores de impacto.
Pesquisadora de campo e Produtora Executiva: levantamento histórico-cultural; diagnósticos e diretrizes estratégicas; produção de insumos para imprensa e redes.
Pesquisadora e Produtora Executiva: curadoria de mostras 3D; estudo de acessibilidade e recepção; documentação técnica de exibição e mediação cultural.
Síntese: ampliação do acesso público, preservação e circulação de referências culturais amazônicas, com fortalecimento de identidades e práticas de salvaguarda.
Disponibilização, com metadados padronizados, de >50 mil fotografias e >10 mil vídeos em caminhosnorte.com.br (permanência mínima de 4 anos), reduzindo dispersão e perda de memória cultural.
Indicadores: nº de itens publicados e descritos; % com metadados completos; nº de acessos únicos/ano; tempo médio de permanência; downloads/citações (DOI/URL).
Produção de 3 cartilhas (digital + 500 impressos/cada) e Livro de Arte (200 págs., capa dura, RA), com uso pedagógico em escolas e bibliotecas.
Indicadores: nº de escolas atendidas; nº de exemplares distribuídos; adoções curriculares; feedback docente (rubricas).
Foco programático em Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, Complexo Cultural do Boi-Bumbá, Mestres/Rodas de Capoeira, Ofício de Parteiras e Cachoeira de Iauaretê, com dossiês municipais e narrativas audiovisuais.
Indicadores: nº de dossiês publicados; nº de perfis de mestres (meta ≥62); eventos culturais mapeados por município.
Oficinas/rodas (≥30 ações) integrando pesquisa, memória e fruição estética.
Indicadores: participantes/ação; diversidade de público; avaliações qualitativas (protocolos de mediação).
Síntese: inclusão, participação comunitária e desenvolvimento de capacidades em contextos urbanos e tradicionais.
Conteúdos com intérprete de Libras, legendagem e audiodescrição; interface web com boas práticas de acessibilidade.
Indicadores: % de vídeos com acessibilidade; nº de PCDs participantes; avaliações de usabilidade.
Comitê consultivo e validação comunitária (atas) para priorização temática e revisão sensível dos conteúdos.
Indicadores: nº de reuniões e atas; contribuições incorporadas; representatividade (indígenas, ribeirinhos, quilombolas, mulheres, juventudes, LGBTQIA+).
Metodologias de história oral, curadoria de acervo, direitos autorais/LGPD e uso de RA aplicadas nas oficinas.
Indicadores: carga horária formativa; pré/pós-testes de aprendizagem; % de participantes que replicam práticas.
Registro de memórias, saberes e trajetórias de mestres e mestras, fortalecendo vínculos comunitários.
Indicadores: nº de depoimentos publicados (meta ≥240); citações/uso em escolas e coletivos locais.
Síntese: dinamização da economia da cultura, redução de custos informacionais e estímulo a cadeias produtivas locais.
Contratação de pesquisadores(as), técnicos(as) de dados, designers, intérpretes de Libras, revisores e equipe web; serviços locais (logística, alimentação, hospedagem) nas saídas de campo.
Indicadores: nº de postos temporários; massa salarial direta; nº de fornecedores locais contratados.
Acervo organizado e pesquisável diminui retrabalho de pesquisadores, mídia e gestores, acelerando pesquisas, curadorias e projetos.
Indicadores: tempo médio de localização de itens; nº de solicitações atendidas; reutilizações em produtos culturais/educacionais.
Maior visibilidade de manifestações e territórios, com potencial de indução de eventos, roteiros e circulação de públicos.
Indicadores: menções na imprensa; parcerias institucionais; desdobramentos (mostras, feiras, festivais).
Formação de quadros locais em documentação, catalogação e mediação tecnológica (RA), ampliando empregabilidade na cadeia criativa.
Indicadores: certificações emitidas; inserções profissionais relatadas em follow-up (6–12 meses).
Observação metodológica: Cada benefício será monitorado por matriz lógica (insumos → atividades → produtos → resultados → impactos) e por painel de indicadores no portal, assegurando transparência e possibilidade de auditoria pública dos avanços do projeto.
A execução será organizada em 12 etapas integradas, com marcos mensais e produtos verificáveis. Cada etapa indica período, responsáveis, atividades e entregas (D1, D2…).
Período: 01–15/out/2025
Responsáveis: Elô Xavier (coord.), Therezinha V. Boas (método), Adilson Maia Rosa (ética/LGPD)
Atividades: constituição do Comitê Consultivo; aprovação dos instrumentos de pesquisa (roteiros, TCLE/consentimento de imagem/voz); matriz lógica e plano de monitoramento.
Entregas: D1 – Plano metodológico, TCLEs e cronograma técnico homologado; ata do Comitê.
Período: 01–31/out/2025
Responsáveis: Leandro Xavier (product owner), equipe web (back/front), gestão de dados
Atividades: servidor, domínio, repositório (CMS + módulo de acervo), taxonomias por município/bem acautelado/tipo de item, política de backup 3-2-1.
Entregas: D2 – Protótipo do caminhosnorte.com.br (MVP) e guia de metadados.
Distribuição sintética por centros de custo (percentuais referência, ajustáveis à planilha):
Caminhos Norte